Embora o Turismo religioso não surja como um dos dez produtos que integram o PENT - Plano Estratégico Nacional do Turismo, e seja apenas um dos subprodutos do Touring Cultural, penso que em breve, graças ao interesse que está a despertar, não só no meio académico e universitário, mas também nos diversos operadores turísticos, que em breve o denominado Turismo Cultural e Religiosos atinja o lugar que merece.
No que diz respeito aos recursos turísticos ligados a este produto, Portugal apresenta vantagens competitivas: possui uma ampla e variada oferta cultural e religiosa, concentrada geograficamente e de elevada qualidade.
Um País com 800 anos de história detentor de um património arquitectónico, artístico, histórico, natural e religioso capaz de atrair muitos visitantes, constituindo, aliás, um dos factores diferenciadores do destino.
O turismo cultural e religioso revela-se o mais enriquecedor para o turista, contudo mais exigente para a estruturação da oferta, no qual o conhecimento e a aprendizagem desenvolvem atitudes de tolerância e solidariedade.
Deste modo, pretende-se que a utilização do património natural e cultural tenha subjacente princípios que assegurem a sua conservação, que lhe acrescentem valor e que a fruição turística possa ser encarada como um dos motores de desenvolvimento local e regional.
É no quadro do touring que o turismo religioso se posiciona como elemento específico e complementar deste produto estratégico, permitindo, junto da procura, diversas abordagens. O património religioso, permite a introdução de uma dimensão espiritual passível de ser interpretada por qualquer um dos seus públicos – o peregrino e o turista apreciador de arte e cultura.
O grande desafio para o turismo religioso, enquanto elemento integrante do Touring Cultural, assentará na sua capacidade de implementar modelos eficazes de gestão que permitam uma fruição do património religioso que associado a todas as outras valências turísticas, confira, a cada um dos públicos, a experiência da descoberta, do conhecimento, do deslumbramento e de elevação pessoal.
Desta forma o que pode distinguir uma peregrinação de uma viagem turística no âmbito do religioso? A motivação. Uma peregrinação é claramente motivada por razões de ordem espiritual e religiosa, precedida por um tempo de preparação, acompanhada normalmente por um sacerdote.
Outras viagens são dominadas peregrinações mas verdadeiramente não o saõ porque a motivação é trocada pelo pretexto. Por exemplo, a pretexto de uma peregrinação a Fátima são feitos programas tão recheados de visitas a grutas, a museus, a caves e adega, a espectáculos e a provas gastronómicas, onde a dita peregrinação é apenas um detalhe que não passou de uma visita turística a Fátima. Temo que talvez sejam estas as viagens mais comuns dentro deste sector chamado Turismo Religioso.
domingo, 28 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Turismo Religioso - Parte II
Comercialização da fé e mecanismos de incentivo à motivação religiosa
A indústria do turismo é responsável por uma boa parte da moderna evangelização que percorre os nossos dias. Ao criar pacotes turísticos, em que os destinos de culto religioso são o seu grande chamariz, está dessa forma a “evangelizar” os seus clientes. Estes são absorvidos pela grandeza dos locais que visitam, uma vez que o sagrado se mistura com o profano e o profano inclui naturalmente a mercantilização da fé. Esta mercantilização obviamente esvazia todo o lado sagrado que a maioria dos locais possui, há um esvaziamento da dimensão simbólica
Os locais de culto estão atolados de lojas de artigos de culto, e de vendedores ambulantes, que comercializam objectos necessários a um ritual do turista e do peregrino. Com a crise económica e moral em que vive a sociedade contemporânea, as classes mais baixas e os endividados são alvos fáceis dos mercantilistas da fé.
A mercantilização dos símbolos religiosos e as implicações económicas de venda deles deve tornar-se do maior interesse para os investigadores à medida que o mundo se torna mais orientado para o consumo (Vukonic, 1996)
A necessidade de contactar o divino, através da aquisição das imagens da Virgem, vai ao encontro dessa mercantilização da fé.
Cultura e religião desde sempre andaram de mãos dadas. No que toca à primeira, a sua motivação é a valorização cultural e a fruição dos diversos atractivos existentes nos destinos, dos quais se destacam: actividades de animação cultural e recreativa, visita a museus, monumentos, eventos culturais e festividades tradicionais. A segunda orienta-se por motivações que têm a ver com a devoção e práticas religiosas, nomeadamente: promessas, peregrinações, participação e determinados eventos, sendo o património cultural o elo de ligação entre ambas. Assim desta forma, não é pois de admirar que o mesmo aconteça entre o turismo cultural e o turismo religioso.
Não deve, portanto, ser apenas entendido como a simples prática de peregrinações, mas como forma de oferta aos turistas de novas experiências e do despertar neles novas motivações. A sua base é o riquíssimo património natural e cultural das religiões e, muito embora seja considerado por um turismo à parte, na realidade constitui-se hoje, como um segmento do turismo que mobiliza cada vez mais turistas.
O Turismo religioso tem vida própria uma vez que surgem inúmeras festividades religiosas ao longo do ano. Com a chegada da Primavera, três ciclos importantes acontecem: a Páscoa, o ciclo de Maio (dedicado a Maria) e o Espírito Santo. O ciclo da Páscoa o mais importante de todos, está associado às celebrações do Domingo de Páscoa, aspectos ligados à igreja e a rituais populares. As celebrações do ciclo de Maio dedicadas a Maria, atingem o seu clímax no dia 13 de Maio dia em que se comemora o dia da Aparição da Virgem aos Pastorinhos.
O terceiro ciclo constitui o ciclo da Primavera. São célebres as festividades oriundas dos Açores, em honra e louvor do Espírito Santo.
Estes rituais mantêm acesa a chama da devoção, repetindo-se todos os anos nos mesmos lugares.
A indústria do turismo é responsável por uma boa parte da moderna evangelização que percorre os nossos dias. Ao criar pacotes turísticos, em que os destinos de culto religioso são o seu grande chamariz, está dessa forma a “evangelizar” os seus clientes. Estes são absorvidos pela grandeza dos locais que visitam, uma vez que o sagrado se mistura com o profano e o profano inclui naturalmente a mercantilização da fé. Esta mercantilização obviamente esvazia todo o lado sagrado que a maioria dos locais possui, há um esvaziamento da dimensão simbólica
Os locais de culto estão atolados de lojas de artigos de culto, e de vendedores ambulantes, que comercializam objectos necessários a um ritual do turista e do peregrino. Com a crise económica e moral em que vive a sociedade contemporânea, as classes mais baixas e os endividados são alvos fáceis dos mercantilistas da fé.
A mercantilização dos símbolos religiosos e as implicações económicas de venda deles deve tornar-se do maior interesse para os investigadores à medida que o mundo se torna mais orientado para o consumo (Vukonic, 1996)
A necessidade de contactar o divino, através da aquisição das imagens da Virgem, vai ao encontro dessa mercantilização da fé.
Cultura e religião desde sempre andaram de mãos dadas. No que toca à primeira, a sua motivação é a valorização cultural e a fruição dos diversos atractivos existentes nos destinos, dos quais se destacam: actividades de animação cultural e recreativa, visita a museus, monumentos, eventos culturais e festividades tradicionais. A segunda orienta-se por motivações que têm a ver com a devoção e práticas religiosas, nomeadamente: promessas, peregrinações, participação e determinados eventos, sendo o património cultural o elo de ligação entre ambas. Assim desta forma, não é pois de admirar que o mesmo aconteça entre o turismo cultural e o turismo religioso.
Não deve, portanto, ser apenas entendido como a simples prática de peregrinações, mas como forma de oferta aos turistas de novas experiências e do despertar neles novas motivações. A sua base é o riquíssimo património natural e cultural das religiões e, muito embora seja considerado por um turismo à parte, na realidade constitui-se hoje, como um segmento do turismo que mobiliza cada vez mais turistas.
O Turismo religioso tem vida própria uma vez que surgem inúmeras festividades religiosas ao longo do ano. Com a chegada da Primavera, três ciclos importantes acontecem: a Páscoa, o ciclo de Maio (dedicado a Maria) e o Espírito Santo. O ciclo da Páscoa o mais importante de todos, está associado às celebrações do Domingo de Páscoa, aspectos ligados à igreja e a rituais populares. As celebrações do ciclo de Maio dedicadas a Maria, atingem o seu clímax no dia 13 de Maio dia em que se comemora o dia da Aparição da Virgem aos Pastorinhos.
O terceiro ciclo constitui o ciclo da Primavera. São célebres as festividades oriundas dos Açores, em honra e louvor do Espírito Santo.
Estes rituais mantêm acesa a chama da devoção, repetindo-se todos os anos nos mesmos lugares.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Turismo Religioso
Apropriação dos espaços religiosos
O turismo religioso, muito ligado ao turismo cultural, pretende fazer a ligação da fé e da crença – mundo espiritual – aos espaços físicos que justifiquem essa mesma fé. Esta forma de apropriação é justificada por aquilo que o local consegue transmitir a quem o visita. O espaço apropriado começa por ser apenas um local que atrai indivíduos com motivações religiosas, alargando-se depois a uma vertente menos espiritual. Desta forma o espaço pode ser visitado tanto por peregrinos como por turistas.
Como resultado do marketing e do aumento generalizado do Turismo Cultural, os locais religiosos estão a ser mais visitados por turistas curiosos do que por peregrinos espirituais (Olsen 2003).
Do ponto de vista da industria turística, peregrinos são turistas e peregrinação uma forma de fazer turismo. Ainda não existe uma máquina que nos permita detectar um turista e um peregrino porque ambos frequentam o mesmo espaço mas com motivações diferentes. Através do Turismo religioso, grande parte da população mundial acede ao conhecimento do seu património global. Em todo o mundo santuários e lugares de culto são grandes atracções turísticas, espaços que a religião coloca à disposição dos crentes e dos não crentes para que aí desenvolvam as motivações da sua “peregrinação”.
A popularidade das viagens religiosas podem ser vistas não só no aumento da motivação religiosa a locais sagrados, mas também na combinação de uma nova era de espiritualidade na peregrinação da viagem (Rountree 2002)
A utilização dos espaços religiosos para comercialização das viagens organizadas, é um grande trunfo por parte dos operadores turísticos. O Turismo Cultural e Religioso conhecem uma dinâmica e crescimento particulares merecedores de reflexão sobre as formas de desenvolvimento de novos produtos e adequação contínua dos mercados. As formas de desenvolvimento dos operadores turísticos, e o modo como procuram adaptar a sua oferta a segmentos específicos moldando os produtos às exigências dos consumidores/clientes mas apropriando-se dos espaços culturais e religiosos.
A tendência da necessidade de apropriação ou reapropriação do inventário cultural do seu meio, em cada comunidade, comportamento que se tornou bem evidente a parti dos anos 80, alargado ao desejo de visitar os lugares carregados de História e de imaginário, o desejo de surpreender a vida, a descoberta de um momento do quotidiano gerador de emoções, de revelações, de curiosidades (Jafari, 2002).
No caso de Portugal, é impensável conceber um itinerário cultural, que não inclua, a batalha, a Abadia de Alcobaça, o Convento de Cristo em Tomar, o Mosteiro dos Jerónimos, a Sé de Évora, todos edifícios de cariz religioso e reconhecidos, pela UNESCO como de grande importância Mundial.
Os monumentos religiosos são edifícios com alma, em que as pedras das suas construções estão impregnadas de história e de valor. Os objectos não têm valor intrínseco, tem valor porque alguém os valorizou.
O turismo religioso, muito ligado ao turismo cultural, pretende fazer a ligação da fé e da crença – mundo espiritual – aos espaços físicos que justifiquem essa mesma fé. Esta forma de apropriação é justificada por aquilo que o local consegue transmitir a quem o visita. O espaço apropriado começa por ser apenas um local que atrai indivíduos com motivações religiosas, alargando-se depois a uma vertente menos espiritual. Desta forma o espaço pode ser visitado tanto por peregrinos como por turistas.
Como resultado do marketing e do aumento generalizado do Turismo Cultural, os locais religiosos estão a ser mais visitados por turistas curiosos do que por peregrinos espirituais (Olsen 2003).
Do ponto de vista da industria turística, peregrinos são turistas e peregrinação uma forma de fazer turismo. Ainda não existe uma máquina que nos permita detectar um turista e um peregrino porque ambos frequentam o mesmo espaço mas com motivações diferentes. Através do Turismo religioso, grande parte da população mundial acede ao conhecimento do seu património global. Em todo o mundo santuários e lugares de culto são grandes atracções turísticas, espaços que a religião coloca à disposição dos crentes e dos não crentes para que aí desenvolvam as motivações da sua “peregrinação”.
A popularidade das viagens religiosas podem ser vistas não só no aumento da motivação religiosa a locais sagrados, mas também na combinação de uma nova era de espiritualidade na peregrinação da viagem (Rountree 2002)
A utilização dos espaços religiosos para comercialização das viagens organizadas, é um grande trunfo por parte dos operadores turísticos. O Turismo Cultural e Religioso conhecem uma dinâmica e crescimento particulares merecedores de reflexão sobre as formas de desenvolvimento de novos produtos e adequação contínua dos mercados. As formas de desenvolvimento dos operadores turísticos, e o modo como procuram adaptar a sua oferta a segmentos específicos moldando os produtos às exigências dos consumidores/clientes mas apropriando-se dos espaços culturais e religiosos.
A tendência da necessidade de apropriação ou reapropriação do inventário cultural do seu meio, em cada comunidade, comportamento que se tornou bem evidente a parti dos anos 80, alargado ao desejo de visitar os lugares carregados de História e de imaginário, o desejo de surpreender a vida, a descoberta de um momento do quotidiano gerador de emoções, de revelações, de curiosidades (Jafari, 2002).
No caso de Portugal, é impensável conceber um itinerário cultural, que não inclua, a batalha, a Abadia de Alcobaça, o Convento de Cristo em Tomar, o Mosteiro dos Jerónimos, a Sé de Évora, todos edifícios de cariz religioso e reconhecidos, pela UNESCO como de grande importância Mundial.
Os monumentos religiosos são edifícios com alma, em que as pedras das suas construções estão impregnadas de história e de valor. Os objectos não têm valor intrínseco, tem valor porque alguém os valorizou.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Vila Sol Evora
Inserido na semana do Turismo, iniciativa de louvor do Núcleo de Estudantes de Turismo da Universidade de Évora (NETUDUE), assisti há dias, a uma apresentação do futuro empreendimento de 5 estrelas a nascer no Alentejo.
Trata-se do empreendimento Vila Sol Evora, que se situa na Herdade da Palheta, cerca de S.Miguel de Machede, concelho de Redondo.
Fazendo-se representar pelo Dr. Pedro Margarido, este empreendimento terá como expoente máximo o Golf. Um Hotel de 73 quartos mais umas dezenas de moradias inseridas numa area de 300 hectares, onde juntamos uma barragem e uma boa parte de vinhedos, farão as delicias dos seus visitantes.
Prevendo a criação de 90 postos de trabalho directos e cerca de 400?! indirectos, com certeza que muitos alentejanos verão neste empreendimento um escape ao subsidio de desemprego.
Confrontado com questão da mão-de-obra (in)qualificada desta região que um projecto desta envergadura obriga, e se algum estudo tinha sido feito sobre esta questão, a resposta espantou os presentes.
"... é uma questão que nesta altura não nos preocupa, uma vez que já recebemos cerca de 90 CV e com certeza encontraremos as pessoas certas para as funções, sejam elas da região ou de outras partes do país..."
Ora aqui está um Projecto de Interesse Nacional (PIN) que salvaguarda o emprego da região onde se instala...
Numa altura em que se fala de quotas para as mulheres na politica, quotas para as pescas, quotas para a agricultura, etc, não estaria na altura de obrigar estes Grupos económicos do sector Turístico/Hoteleiro que se instalam nas diferentes regiões do país, a terem quotas para empregabilidade dos autóctones??
A preocupação demonstrada foi tão pouca, que fez pensar os presentes que pouca importa se se dá emprego aos locais, conhecedores da região, ou a chefes de cozinha franceses, chefes de sala Italianos ou a uma brigada de Housekeeping com sotaque a samba.
Não interpretem das minhas palavras que sou contra estes funcionários, de modo algum, interpretem sim, é a necessidade de obrigar estes "mega projectos" a pensar nos que cá estão.
Trata-se do empreendimento Vila Sol Evora, que se situa na Herdade da Palheta, cerca de S.Miguel de Machede, concelho de Redondo.
Fazendo-se representar pelo Dr. Pedro Margarido, este empreendimento terá como expoente máximo o Golf. Um Hotel de 73 quartos mais umas dezenas de moradias inseridas numa area de 300 hectares, onde juntamos uma barragem e uma boa parte de vinhedos, farão as delicias dos seus visitantes.
Prevendo a criação de 90 postos de trabalho directos e cerca de 400?! indirectos, com certeza que muitos alentejanos verão neste empreendimento um escape ao subsidio de desemprego.
Confrontado com questão da mão-de-obra (in)qualificada desta região que um projecto desta envergadura obriga, e se algum estudo tinha sido feito sobre esta questão, a resposta espantou os presentes.
"... é uma questão que nesta altura não nos preocupa, uma vez que já recebemos cerca de 90 CV e com certeza encontraremos as pessoas certas para as funções, sejam elas da região ou de outras partes do país..."
Ora aqui está um Projecto de Interesse Nacional (PIN) que salvaguarda o emprego da região onde se instala...
Numa altura em que se fala de quotas para as mulheres na politica, quotas para as pescas, quotas para a agricultura, etc, não estaria na altura de obrigar estes Grupos económicos do sector Turístico/Hoteleiro que se instalam nas diferentes regiões do país, a terem quotas para empregabilidade dos autóctones??
A preocupação demonstrada foi tão pouca, que fez pensar os presentes que pouca importa se se dá emprego aos locais, conhecedores da região, ou a chefes de cozinha franceses, chefes de sala Italianos ou a uma brigada de Housekeeping com sotaque a samba.
Não interpretem das minhas palavras que sou contra estes funcionários, de modo algum, interpretem sim, é a necessidade de obrigar estes "mega projectos" a pensar nos que cá estão.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Natal mais barato
Para aqueles em que o Natal ou as férias de Natal significa viajar, aqui vos deixo algumas sugestões de companhias de Low Cost para as vossas viagens.
http://www.vueling.com
http://www.ryanair.com
http://flights.monarch.co.uk
http://www.airberlin.com
http://www.clickair.com
http://www.easyjet.com
http://www.firstchoice.co.uk
http://www.airfinland.fi
Bons voos e boas férias!
http://www.vueling.com
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http://www.clickair.com
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http://www.firstchoice.co.uk
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Bons voos e boas férias!
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Alentejo em Alta
As quebras nos maiores mercados emissores não se fizeram sentir no Alentejo , que registou um crescimento significativo nas dormidas de Espanhóis e Alemães.
Em Setembro as dormidas na hotelaria alentejana subiram 10 % em relação ao ano passado, com incrementos importantes no mercado espanhol (mais 18,2 %), alemão (mais 38,5 %) e francês (mais 22,7 %), a que se juntou ainda um crescimento de 3 % nas dormidas de residentes.
Nem tudo são más notícias...
Em Setembro as dormidas na hotelaria alentejana subiram 10 % em relação ao ano passado, com incrementos importantes no mercado espanhol (mais 18,2 %), alemão (mais 38,5 %) e francês (mais 22,7 %), a que se juntou ainda um crescimento de 3 % nas dormidas de residentes.
Nem tudo são más notícias...
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Crise Turística
A crise financeira está a obrigar as empresas a reduzir os fundos destinados a viagens, indica um estudo elaborado pela consultora KDS baseado em 100 empresas com mais de cinco mil empregados. Segundo os resultados obtidos, mais de metade (54%) das empresas prevêem cortar nos gastos de viagens até Março de 2009. Das instituições inquiridas, 36% reconhece ter cancelado algumas reservas e 33% cancelaram algumas reuniões internacionais.
A maioria dos entrevistados são gestores de viagem, 20% directores de compras e 20% directores financeiros. Uma grande parte tem sede na Europa (73%), 8% na UE e 19% no resto do mundo.
A maioria dos entrevistados são gestores de viagem, 20% directores de compras e 20% directores financeiros. Uma grande parte tem sede na Europa (73%), 8% na UE e 19% no resto do mundo.
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